ReportagemSanta Maria Blues 2015

A 12ª edição do Festival Santa Maria Blues, que decorreu entre 16 e 18 de Julho, ultrapassou todas as melhores expectativas: boa música, bom público, bom ambiente, boa organização, boa comida, excelente espaço. Nota 10 enfim! Espreite aqui o balanço do que foi a edição deste ano do melhor Festival de Blues em território nacional.
— Texto e fotos da autoria de Roberto Moura

Santa Maria Blues 2015 - Casa do Norte

Quando ouvirem falar na capital do Blues portuguesa, esta é mesmo a referência à baía dos Anjos, na pequena ilha de Santa Maria – Açores. Pequena em dimensão geográfica mas enorme em dimensão cultural – é aqui que decorre anualmente o maior festival de Blues do país com bandas originárias de todo o globo.

Parece que manter o “rótulo” de “Capital do Blues em Portugal” seja uma tarefa difícil, mas felizmente este é um festival que todos os anos cresce cada vez mais devido ao trabalho da “Associação Escravos da Cadeinha” e da produção da “Trovas Soltas” – responsáveis pela organização deste evento que traz à ilha milhares de pessoas oriundas de vários países e das próprias outras oito ilhas açorianas e continente português.

Na sua 12ª edição neste fantástico recinto localizado a escassos metros do Oceano Atlântico, a organização optou, mais uma vez, por trazer dois nomes nacionais para o primeiro dia do festival na quinta feira, 16 de julho. A abrir a noite e a edição de 2015 do Santa Maria Blues, Bruno Walter & Friends.  Oriundo da própria ilha de Santa Maria, Bruno reside há já alguns anos na ilha Terceira onde mantém um assíduo projeto musical com um cariz diversificado e com uma completa banda com guitarras, sopros, e até violino. Para o Blues, Bruno trouxe um reportório musical de adaptações próprias de músicas do género Blues internacional como a clássica Suzie Q dos Clearance Clear Water Revival e de outros temas originais em português e inglês.

Com várias referências ao amor que tem pela sua terra natal, aos amigos que cá estão e os que já não estão entre nós, o primeiro concerto foi repleto de emoções, memórias e vivências aplicadas às suas “cantigas” – como nos referia Bruno Walter Ferreira.

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